Acendiam archotes
As chuvas caiam a potes
Tu vinhas tal Rainha Dona
Que odiava os pobres
Olha minha Rainha das sortes
E de todos os nobres
Um dia, certo dia
Caíste entre aqueles
A quem sempre desprezastes
Vai viver com os pobres
E nunca mais cá voltes
Da tua nobre ascendia
Diziam, mas ninguém a conhecia
Manuel Vaz
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