Além de ser uma pessoa doente, o pior são abutres de propaganda comercial. O Manelito que tenha juízo. Não desejo mal mas CUIDADO com os esquemas de décadas.
Não tenho nenhuma familiaridade nem com Manuel Vaz nem com outros embustes
IDEIAS E REFLEXÕES DE MANUEL VAZ
quarta-feira, 23 de agosto de 2017
sábado, 24 de setembro de 2016
Atencao isto podera ter sido treta de Manuel Vaz
Manuel Vaz é um conhecido da minha pessoa ao qual eu varias vezes perguntei se os poemas eram de sua inspiração lírica ou se era copia de algum autor de poesia, o mesmo garantia me sempre que não que era sua inspiração. Como o mesmo tem um problema de saúde diagnosticado ha algum tempo não sei se terá sido dele a ideia ou de meninas ou senhoras que gostam ou não se calhar não da obra do F.P. A.C. R.R. quem será o génio letrado mistério mensageiro feito doutor perto dos cabos o da boa esperança e o das tormentas
domingo, 28 de fevereiro de 2016
Encerrado processo de colaboração com o Manuel Vaz
terça-feira, 11 de agosto de 2015
Emilia
Corolas de corais, hastes. de peixes
Mil e mais uma cores dispersas
Emília avó, pés descalços
Como nu e roto estava o vento
Avó que mastigava as uvas
O corpo da noite tão doente
Mastigava o corpo de viúva
Batendo nos cataventos
Mares alheios, cardumes loiros
Emília obedecia crente
Escamas seus pés cobertos
Em estirpe do coral um templo
Terno amante
De um corpo ausente.
Ballet
Manhã precipitada ocre
Tal laranjinha exprimida numa taça
Taça de enfeites e frutos doces
Bailando pela aragem grada
Laranjas, rubis, cerejas fartas
Rendo-me ao seu sabor,
De abelha que sorri crucificada
.............,..................................
Abelha amarga ao céu prometida
A abelha adormece, mil corolas
Essas eternas
.................................................
Sapatilhas de ballet
Tu pequenina querida
Voavas sob o largo palco
Dando golpe de princesa
Raízes
Meu corpo de raízes fartas
Na nudez do olhar capela
A vida emancipada em débito
Como a cascata é o mar
Galeras naufragadas opalas
Corolas que nos adormecem
Exalando as cores dispersam-se
O arco-iris salgado adoece
E eu vou no mar de rosas
Singular
Tão longe como o voltar
Roda dentada
A rosa amarga quer, beber
Nas rodas dentadas do petróleo
Uma escova de dentes
E baú mágico
De onde roubei todas as próteses
E os sonhos pálidos
Adormeceram.