O mar ao longe
Esbatido e calmo
Trocando cambiantes
O seu refletor solar
O Sol azul dolente
Em cores de epopeias
Astros rastros d’outras eras
Em outras constelações
Os frutos doces colmeias
Cultivados por emoções
Os braços largos unidos
Laços elos de construções
Os irmãos de outros espaços liberdade
Luzeiros à proa dos mares
Brancas cidades flor
Florindo em cambiantes de cores e
mais cores
Promessas de luz sorrindo
Em flores de eterna unidade
E a esperança cresce cantando
Em canções de solidariedade
Aqui; ali mais ao longe
A luz da eterna cidade
Manuel Vaz









