quarta-feira, 18 de setembro de 2013

SEM TITULO

Virgílio entrou na minha Grécia
O meu quarto azul que iluminou
E a razão clara na consciência
A flor de anis que brindou

A chama de louros que Homero antigo
Vibrando alecrim Virgílio amigo
Seta apontada coração sem medo
Que pelas eras ficara contigo

Também Horácio ali presente
Deixou-me grata a recordação
Grécia amiga, civilização da frente
Poetas, rosas flores do coração

E eu fiquei assim irradiando
O doce aroma dos olímpicos louros
Ficou a Deus o coração mostrando
A glória antiga de outras eras d’oiro

                                                 

                                                      Manuel Vaz

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