segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Serpentina

Vi-te ao longe
E não adormeceste
Estavas viva e ondulante
Como uma serpentina
Num lunático e breve
Hospital qualquer
Na estupidez dos acasos
Agora vi-te de novo
Ó povo
Haja quem morra
E venha ao mundo depois
Depois da eternidade
Deitada

Sobre o monturo

                                                                 Manuel Vaz

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