segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Deserdado

Incessante quase me afoguei
Nas trémulas aguas abandonadas
Sem rumo sem bussola
Pois tão deserdado nunca!

Embora me esquecesse
Do meu pobre palpitando nome
Seria Alexandre? O Grande Macedónio?
E ai eu tentei beber na taça distraída
O teu sangue vaporoso
Para ouvir a palavra

Deserdado

                                                             Manuel Vaz

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