Corolas de corais, hastes. de peixes
Mil e mais uma cores dispersas
Emília avó, pés descalços
Como nu e roto estava o vento
Avó que mastigava as uvas
O corpo da noite tão doente
Mastigava o corpo de viúva
Batendo nos cataventos
Mares alheios, cardumes loiros
Emília obedecia crente
Escamas seus pés cobertos
Em estirpe do coral um templo
Terno amante
De um corpo ausente.
IDEIAS E REFLEXÕES DE MANUEL VAZ
terça-feira, 11 de agosto de 2015
Emilia
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